Dr. Roberto Pestana
Publicado em 21/10/2021

OSTEOSSARCOMA

O osteossarcoma é considerado um câncer raro. Trata-se do sarcoma mais comum dentre os que desenvolvem nos ossos, e costuma incidir mais sobre crianças e adultos jovens, de 10 a 30 anos.

Os osteossarcomas são classificados quanto ao grau (relacionado ao quão rápido o tumor tende a crescer e à probabilidade de se espalhar) e ao estágio, que em conjunto ajudarão a determinar o tipo de tratamento necessário. Geralmente, são identificados a partir dos sintomas, como dor, inchaço, alteração na marcha e, por vezes, fratura óssea.

Para definir o diagnóstico, o médico pode solicitar exames laboratoriais, de imagem e biópsias. O tratamento costuma ser multimodal, associando o tratamento sistêmico (quimioterapia) ao tratamento local (cirurgia). O objetivo é alcançar a cura preservando, ao máximo, a qualidade de vida do paciente.

Em relação ao prognóstico, ele varia em função de diversos fatores, tais como idade do paciente, localização do tumor e se existe disseminação. A seguir, conheça os principais tipos de osteossarcomas:

Osteossarcomas de alto grau

O que são?

Osteossarcomas de alto grau têm crescimento rápido, com muitas células em processo de divisão e não se parecem com o osso normal. São mais frequentes em crianças e adolescentes. Há diversos tipos:

  • osteoblástico;
  • condroblástico;
  • fibroblástico;
  • telangiectásico;
  • extraesquelético;
  • justacortical;
  • de pequenas células.

Os mais comuns são o osteoblástico, o condroblástico e o fibroblástico.

Osteossarcomas de baixo grau

O que são?

Osteossarcomas de baixo grau têm crescimento lento, com poucas células em divisão e se parecem mais com o osso normal. Há dois tipos:

  • parosteal;
  • intramedular ou intraósseo bem diferenciado.

Osteossarcomas de alto grau

Como identificar e diagnosticar? 

Quando há queixa de dor, deve-se fazer um raio X para confirmar ou descartar a suspeita de tumor ósseo. Exames complementares também costumam ser solicitados, tais como tomografia computadorizada, tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT),ressonância magnética e cintilografia. A confirmação se dá por meio da biópsia, que, dependendo da localização do tumor, pode ser feita por agulha grossa ou por incisão cirúrgica.

Osteossarcomas de baixo grau

Como identificar e diagnosticar? 

O osteossarcoma parosteal, geralmente, ocorre na faixa dos 30 e 40 anos de idade, sendo mais comum em mulheres. Apresenta-se como uma massa, pouco dolorosa, no córtex posterior distal do fêmur, a qual é identificada em radiografias.

Osteossarcomas de alto grau

Quais os tratamentos? 

Como a maioria dos osteossarcomas se espalha por meio de micrometástases (que não aparecem nos exames de imagem),a primeira parte do tratamento é a quimioterapia neoadjuvante (administrada antes da cirurgia). A etapa seguinte é a cirurgia — sempre que possível, conservadora (visando a preservação do membro afetado).

Depois, da cirurgia, tratamentos de quimioterapia adicionais são necessários, e o paciente costuma passar por um programa de reabilitação.

Osteossarcomas de baixo grau

Como identificar e diagnosticar? 

O osteossarcoma parosteal, geralmente, ocorre na faixa dos 30 e 40 anos de idade, sendo mais comum em mulheres. Apresenta-se como uma massa, pouco dolorosa, no córtex posterior distal do fêmur, a qual é identificada em radiografias.

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