
CÂNCER GASTROINTESTINAL – RETO
O câncer gastrointestinal do reto (parte final do intestino grosso, ligada ao cólon e ao ânus) geralmente começa nas células de revestimento. A maioria dos fatores de risco está ligada a hábitos de vida, como má alimentação, sedentarismo, tabagismo e alcoolismo. Entretanto, a presença de comorbidades (preexistência de doenças inflamatórias intestinais, como Doença de Crohn ou retocolite ulcerativa),histórico familiar para câncer colorretal e presença de síndromes familiares de câncer colorretal hereditário não poliposo (ou síndrome de Lynch) e polipose adenomatosa familiar (FAP) também aumentam as chances de desenvolver a doença.
Há dois principais tipos de câncer gastrointestinal no reto. São eles:
Adenocarcinoma do reto
O que é?
O adenocarcinoma é o tipo de câncer do reto mais comum. Ele está presente em 90% dos casos.
Carcinoma espinocelular de reto
O que é?
O carcinoma espinocelular de reto é um câncer extremamente raro. Sua incidência é estimada em aproximadamente 1% dos casos de câncer colorretais.
Adenocarcinoma do reto
Como identificar e diagnosticar?
O adenocarcinoma do reto surge a partir de um pólipo e não costuma provocar sintomas em seus estágios iniciais. Quando sintomático, as manifestações variam de pessoa para pessoa, podendo apresentar:
- dores abdominais e/ou ao evacuar;
- presença de sangue nas fezes;
- diarreia ou prisão de ventre contínuas;
- sensação de empanzinamento;
- mudanças de apetite e
- perda de peso sem motivo aparente.
Caso sinta um ou mais desses sintomas, por um período maior que duas semanas, recomenda-se procurar um médico. Para traçar o diagnóstico, o especialista poderá pedir:
- pesquisa de sangue oculto nas fezes;
- colonoscopia ou retossigmoidoscopia;
- biópsia.
É importante lembrar que, em pacientes acima dos 50 anos de idade, a recomendação para o rastreamento do câncer de reto, assim como do câncer de cólon, é universal.
Se o tumor for confirmado, realizam-se exames para determinar o estadiamento (extensão) da doença. Entre eles, pode-se solicitar exames de:
- marcadores tumorais;
- radiografia;
- tomografia computadorizada;
- ressonância magnética.
Carcinoma espinocelular de reto
Como identificar e diagnosticar?
O carcinoma espinocelular do reto não costuma provocar sintomas em seus estágios iniciais. Mas quando sintomático, as manifestações podem ser:
- dores abdominais e/ou ao evacuar;
- presença de sangue nas fezes;
- diarreia ou prisão de ventre contínuas;
- sensação de empanzinamento;
- mudanças de apetite;
- perda de peso sem motivo aparente.
Para o diagnóstico, o médico pode solicitar:
- pesquisa de sangue oculto nas fezes;
- colonoscopia ou retossigmoidoscopia e
- biópsia;
Se o tumor for mesmo confirmado, é necessário fazer alguns exames complementares, com o objetivo de determinar o estadiamento da doença. Entre eles, costuma-se solicitar:
- marcadores tumorais;
- radiografia;
- tomografia computadorizada;
- ressonância magnética;
- Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons (PET-CT).
Adenocarcinoma do reto
O tratamento para o adenocarcinoma do reto varia conforme o estado geral de saúde do paciente, a localização do tumor no reto, estágio e se há metástase. A principal opção para casos muito iniciais é cirurgia (polipectomia, excisão local ou ressecção transanal). Em casos ainda localizados, mas mais avançados, a radioterapia com quimioterapia podem ser considerados; com esses tratamentos, inclusive, a cura pode ser atingida em uma porcentagem dos casos sem precisar de cirugia. Em casos mais avançados, quando há metástases, em geral o tratamento consiste em quimioterapia, terapia algo, ou imunoterapia, a depender do tipo molecular do tumor.
Carcinoma espinocelular de reto
O tratamento para o carcinoma espinocelular do reto varia conforme o estado geral de saúde do paciente, a localização do tumor no reto, seu estágio e se ele se espalhou. Em casos iniciais, a radioterapia com quimioterapia podem ser considerados, com ou sem cirurgia. Em casos mais avançados, quando há metástases, em geral o tratamento consiste em quimioterapia, terapia algo, ou imunoterapia, a depender do tipo molecular do tumor.
Esperamos que o conteúdo tenha agregado. No entanto, as informações acima são básicas e não substituem a consulta com o Dr. Roberto Pestana ou outro especialista oncológico. Por isso, não esqueça: se tiver um ou mais sintomas, procure um médico para obter o diagnóstico adequado e, se preciso, começar o tratamento o mais breve possível!
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